Para que serviu a Comissão da Verdade?
434 mortos e desaparecidos políticos, “tragédia humana que não pode ser justificada por motivação de nenhuma ordem”,
A Desconstrução da Unimep: tijolo por tijolo num desenho ilógico
Charge de sábado – por Edu Grosso!
Diário da Biblioteca – I (continuação): um leitor, dois tempos
Charge de Sábado! – por Erasmo Spadotto
Diário da Biblioteca I : um retorno à leitura de livros emprestados
Piracicaba é feita de histórias apagadas
Mano, a noite está velha
Adolescentes do Formar: suas vontades, sem preconceitos
Charge de Sábado – com Edu Grosso e Erasmo Spadotto!
Você sabe o que é o CEEJA?
434 mortos e desaparecidos políticos, “tragédia humana que não pode ser justificada por motivação de nenhuma ordem”,
Como o regime militar trouxe reflexos para a vida fabril e corrompeu a relação patrão x empregado
História também se aprende pela literatura. Ou por poesia. Falar do golpe militar de 64 pode ser,
Ao final de 2022, um dos colégios privados que recebe filhos da elite piracicabana teve que promover
Não. Não é preciso repetir a síntese do que foi o golpe de 1964. Militares tomando o
Artigo em homenagem à vereadora Rai de Almeida. O tempo dos machões já passou. Além de inútil,
Há doze anos, o Diário do Engenho dedica-se a registrar e refletir sobre acontecimentos, posicionamentos e rumos
Numa parceria exclusiva junto a jornalistas, pesquisadores, professores, artistas e demais colaboradores especialmente convidados, o Diário do
Tive a alegria de conhecer a vereadora Rai de Almeida (PT) ainda nos idos dos anos 2000,
Estante-instante O meu primeiro beijo? O meu primeiro foi em Clarice. Mas foi como se não fosse,