Antes, talvez pela minha pouca idade, o tempo feito palavra-saudade – em verdade – ainda não habitava
Categoria: Alma crônica
Roteiro sentimental de avenidas e ausências
Menos rua do que casa. Menos carro do que asas. Mais eu – muito mais eu! –
A Terceira Margem do Saber
Residente numa pequena cidade do interior do Estado de São Paulo, ele era um menino como tantos
Crônica Sem Fins Lucrativos
Descaminho. Rebusco a respiração. Porque entre a rua e o ninho há avenidas e avenidas de ilusão.
Crônica-labirinto
E volto ao começo onde tudo começa. Dentro. Fundo à beça. Depois, meço a letra, a palavra,
21 de junho
Passado. Nem tanto. Que o sol ainda é o mesmo e ilumina o meu sonho em cada
Imperativo Matinal
Bebo meu café pela manhã – que é todo dia. Quantos amigos seguram comigo a asa da
Budismo Estelar
Aprendi sozinho a ver as estrelas. Foram noites e noites de solidão (que as estrelas, entre nuvens
