A Unimep e a greve.

Em nota, Sindicato dos professores da região de Campinas – Sinpro – comunica que a greve dos professores da Universidade Metodista de Piracicaba continua.

Segundo a nota, “os professores da Unimep decidiram pela continuidade da greve, ontem, dia 25, após comunicado da Rede Metodista afirmando que fará o pagamento dos docentes que ainda não receberam os salários integrais até dia 04 de julho, praticamente um mês depois do quinto dia útil em que deveriam, por lei, efetuar o pagamento referente ao mês de maio” – informa.

Ainda segundo o Sinpro, “na próxima quinta-feira, dia 28, o Sinpro e a Adunimep farão uma reunião com a reitoria da universidade para tratar de questões internas, como o Plano de Demissão Voluntária, a alteração de contrato de trabalho dos docentes e as demissões no final do semestre. A reitoria se comprometeu a apresentar uma proposta por escrito sobre as questões.”

No dia 4 de julho, quarta-feira, os professores estão convocados para uma nova assembleia, caso não haja o pagamento integral dos salários de todos os docentes.

Bastidores

Em conversa com professores de diferentes faculdades, o Diário pode constatar que muitos docentes acabaram encerrando suas atividades em sala de aula – mesmo estando a categoria em greve.

A falta do sistema de registro da presença dos professores – problema que se arrasta desde o ano passado, segundo os docentes – dificulta uma maior visão da greve como um todo.

Também pelos corredores, alunos de diferentes cursos reclamam da forma como a crise na instituição afetou o aproveitamento das aulas e atrapalhou o encerramento do semestre.

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