Aulas públicas e atividades coletivas marcam mobilização na UNIMEP

Eventos contam também com a importante participação dos discentes da universidade, além dos docentes e funcionários.

 

Professores, alunos e funcionários da Unimep organizaram, promoveram e participaram de aulas públicas e outras atividades coletivas espalhadas pelos campi Taquaral e SBO – e que colocaram toda a comunidade universitária ainda mais em movimento durante a mobilização e greve iniciadas no começo desta semana. Mostrando que, mesmo mobilizados, a preocupação daqueles que “são” Unimep está sempre centrada no exercício e na prática do ensino-aprendizado, as aulas abertas e as atividades coletivas tornaram-se marcos importantes no movimento de resistência deflagrado na instituição.

Dentre as principais atividades, vale destacar: na sexta-feira, 11 de agosto de 2017, aconteceram duas aulas no campus Taquaral. Às 10h, o professor Antônio Nabuco Lastória ofereceu uma aula sobre “A fábula flusseriana e o futuro da educação”. Nessa aula, o professor Buco discutiu acerca dos aspectos e consequências das propostas de Educação à Distância (EaD), e sobre a forma que ela nos conduz ao que o professor chamou de “esterilização do pensamento.”

Ainda na sexta de manhã, os alunos promoveram – com professores e funcionários –  confecção e pintura coletiva de uma imensa faixa em defesa da autonomia universitária da Unimep.
No período noturno, às 19h30, o professor Hélio Hintze ofereceu uma aula sobre a “Crise no ensino superior”, mostrando de que forma esses momentos de crise podem engendrar conjunturas propícias à renovação da ética na educação.

Já no campus de SBO aconteceram três oficinas interessantíssimas! Às 10h30, um aluno do curso de licenciatura em Música da Unimep ofereceu uma oficina de percussão corporal no hall do bloco 1. No começo da tarde, às 14h, em frente ao Lab Sis, o técnico de laboratório Marinho apresentou a oficina “Barreamento do Forninho de Pizza”. No fim da tarde, às 16 horas, o coletivo LGBT de Americana, Crisálida, realizou a oficina “InsTRANSigência: Identidade de Gênero e Orientação Social”.


Como se vê, a mobilização na Unimep faz dela ainda mais viva e em movimento.

ISTO É UNIMEP!

 

(fotos: divulgação “Unimep na Luta”)


 

Rafael Gonzaga de Macedo é doutorando em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atualmente, é professor de História da Arte, História Antiga e História da Música na Universidade Metodista de Piracicaba.

 



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